QUALIDADE DE VIDA

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -IBGE- confirma que a população brasileira está envelhecendo rapidamente. Também já não é surpresa que a maior parte desses idosos, assim como boa parte da população brasileira esteja inserida nos grupos de mais baixo nível socioeconômico. Se somarmos a isso os dados epidemiológicos, segundo os quais a população idosa apresenta alta prevalência de doenças não transmissíveis, devemos nos indagar e nos preocupar com a qualidade de vida que nossos idosos desfrutarão.

O envelhecimento saudável requer uma compreensão clara da relação entre os processos individual e coletivo de envelhecimento e as condições individuais e sociais de estado de saúde.

Num cenário geral qualidade de vida refere-se à manutenção da saúde nos aspectos: físicos, espirituais, psíquicos e sociais e, abrangendo o estado de saúde, uso de medicamentos, longevidade, relações familiares, lazer, atividade física, disposição, trabalho e salário.

Em um aspecto mais subjetivo poderíamos dizer que é uma satisfação de vida.

Tais fatores são as condições de vida. Esses fatores podem ser potencializados, aprimorados ou prejudicados pelo que se chama ‘determinantes sociais de saúde’. Em outras palavras significa que em cada sociedade, cada grupo ou segmento que a compõe – delimitados por características como o sexo, a idade, a renda, a ocupação, a etnia, a cor da pele, a identidade de gênero, a composição genética do indivíduo e outras – terá sua condição de saúde e, portanto, seu estado de saúde influenciado – favoravelmente, ou não – pelo seu acesso a alimentos, moradia, lazer, produtos e serviços de atenção à saúde, segurança etc. À medida que se aprofunda nesse estudo vai-se deparando com uma situação altamente complexa, e mais complexa a cada vez, a tal ponto que muito frequentemente as conclusões a que se chega não passam de meras opiniões construídas sobre informações insuficientes.

Enquanto os estudos não são conclusivos, nem fornecem explicações claras sobre o que é qualidade de vida alguns hábitos podem ajudar a manter e melhorar nossa saúde:

Participar regularmente e ativamente de grupos afins.

Se alimentar bem.

Dormir bem

Exercitar-se. Praticar pelo menos 30 minutos de exercícios diariamente.

Ler.

Beber muita água e ser comedido no consumo em geral.

Manter uma rotina.

Hábito adicional e indispensável a ser adquirido e desenvolvido é o que se chama de atuação política, entendida como manter-se vigilante para evitar lhe sejam impostas condições que atrapalhem a adoção de hábitos tão saudáveis e simples quanto os descritos acima.  

Publicado por comtudo50

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