Sir Elton John Imperdível

Imperdível!!! Para quem é fã dele e para quem quer simplesmente diversificar…

Série de shows históricos e inéditos na internet!
Projeto reúne performances icônicas do artista em países como Brasil, Escócia e Itália.

Nascido em Londres no dia 25 de março de 1947, Elton John, já vendeu mais de 300 milhões de discos, tornando-se um dos músicos de maior sucesso no mundo! 

Cantor, pianista, compositor, produtor e um dos maiores nomes da música mundial, Elton John, lançou o projeto “Classic Concert Series“, que exibe seis shows históricos em seu canal oficial do Youtube.

Os episódios serão exibidos em seis diferentes datas, sempre às 13h
Dias 3, 11, 18 e 25 de julho; e 1º e 8 de agosto.

A estreia de “Classic Concert Series”, no dia 3 de julho, exibe performance gravada em 1976 no Playhouse Theater, em Edimburgo, Escócia. Na noite, Elton John apresentou hits como “Rocket Man”, “Saturday Night’s Alright (For Fighting)” e “Bennie and the Jets”.

Ainda estão previstas exibições de shows em palcos como a Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro (1995); a Arena di Verona, na Itália (1989); o Madison Square Garden, em Nova York (2000); entre outros!

O projeto tem como objetivo arrecadar recursos para o fundo emergencial no combate à Covid-19 da Elton John AIDS Foundation.

Anosognosia e busca de culpados

Anosognosia é uma palavra que vem do grego: a– partícula de negação, nosso– doença e gnosis– conhecimento. É um estado neurológico que caracteriza aquelas pessoas que são incapazes de reconhecer ou ter consciência da sua própria doença.

O fato dessas pessoas não admitirem os sintomas que padecem ou lhes restem importância, tem um impacto negativo porque retardam a consulta e a procura por um tratamento.

Podemos tomar esse termo emprestado para pensar se, nestes momentos de pandemia, a dificuldade das pessoas em reconhecer a alta capacidade de contágio da Covid-19, não seria um comportamento de anosognosia viral, no sentido de negação.

Talvez isso possa explicar algumas aglomerações desnecessárias, shoppings lotados, feiras cheias, não utilização de máscara ou mal uso das mesmas entre outras.

Outro comportamento muito comum nas pandemias é a busca de um bode expiatório, um culpado. Essa atitude, segundo especialistas, vão desde questões políticas a pensamentos da mente humana. Nesta última, podemos citar traços infantis, que permanecem em alguns indivíduos mesmo na fase adulta, como uma forma de tentar explicar o inexplicável de uma forma fácil e sem fundamentos.

Cada um de nós, como parte fundamental da sociedade devemos refletir sobre esses comportamentos e, se por acaso, nos sentimos incluídos no grupo dos que atuam ou pensam dessa forma, buscar meios para superá-los.

Devemos pensar que estamos atravessando uma crise sanitária e dessa forma, temos que respeitar e colaborar.

Cerrado, O SerTão Velho

Muito se ouve falar sobre a degradação da Amazônia. Como florestas exuberantes estão sendo desmatadas, como o Brasil lida de maneira irresponsável com essa região que apresenta uma das maiores diversidades de plantas (flora) e animais (fauna).
Porém, quantos já ouviram falar sobre o Cerrado?
O que se sabe sobre essa região que aparece no imaginário das pessoas como um lugar seco, com árvores magras de poucas folhas?

O Cerrado é a savana brasileira. Nele está presente 5% da biodiversidade do mundo e, mesmo assim, está sofrendo um completo descaso. É o bioma mais antigo do Brasil e está em risco de sumir. Mais de 46% de seu território original foi desmatado e apenas 30% está em situação de preservação, e essa nem sempre é efetiva.

Estima-se que, se a situação continuar do jeito que está, até 2030 o Cerrado estará completamente destruído.

Diante desse contexto é preciso se mobilizar para salvar o Cerrado. Mas para que se possa fazer isso, é preciso entender sobre o Cerrado. Sugerimos aqui um documentário brasileiro lançado em 2018 que aborda todas os lados dessa problemática. Ser Tão Velho Cerrado recebeu o Prêmio de Público de “Melhor Filme” na 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2018.

Falar sobre esse Ser tão velho, que é o Cerrado, com mais de 40 milhões de anos, é vital. Principalmente como ele se relaciona com esse Ser tão novo, o ser humano. Se essa convivência não for saudável, os dois lados sairão perdendo, já que a longo prazo, a ausência do Cerrado também prejudica o homem.

FESTAS JUNINAS


Ative o YouTube para animar a sua leitura!!!

ORIGEM
A origem da Festa Junina é pagã. Ainda antes da Idade Média, as celebrações anunciavam o solstício de verão e de inverno e homenageavam os deuses da natureza e da fertilidade.

A igreja acabou aderindo às festas atribuindo-lhes um caráter religioso, uma vez que não conseguia acabar com a sua popularidade.

Em Portugal, em virtude da coincidência de datas, passou-se a comemorar o São João, chamando-lhe de festas joaninas. No país lusitano, a Festa de São João na cidade do Porto é muito famosa e atrai milhares de pessoas que todos os anos festejam nas ruas.

No Brasil, as festas juninas foram introduzidas pelos portugueses no período colonial e, desde então, a comemoração sofreu influências das culturas africanas e indígenas e, por isso, possui características peculiares em cada parte do Brasil.

São comemorações, em sua essência, multiculturais que acontecem no mês de junho no Brasil. Os três santos populares lembrados são: Santo Antônio, São Pedro e São João.
Começam no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio e encerram no dia 29 de junho, dia de São Pedro. Já nos dias 23 e 24 é celebrado o dia de São João.

Muitas tradições que acompanham essa comemoração representam os principais símbolos das festas juninas que incluem: as comidas, as danças típicas, os balões, a fogueira, as brincadeiras e as roupas.
Por: Daniela Diana, Professora licenciada em Letras

CURIOSIDADES
Caruaru em Pernambuco e Campina Grande na Paraíba realizam as maiores festa juninas do Brasil, cada uma delas dura 30 dias. O São João de Caruaru está consolidado no Guinness Book como a maior festa regional ao ar livre do mundo, e Campina Grande realiza a festa intitulada “O Maior São João do Mundo”

Comece suas manhãs com ENERGIA

É isso mesmo gente, o programa Energia, que era exibido na década de 90 pela Tv Cultura está de volta! A emissora aberta, em frente à pandemia da Covid-19, reapresenta o seu programa de atividade física.

De 1993 a 2005 a Rádio e Televisão Cultura exibiu o programa idealizado e apresentado por Ana Maria Bittar. Licenciada em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte USP (1986) se dedicou ao estudo do Exercício Físico e Saúde.

A apresentadora, junto com seus colegas, fazem os exercícios usando roupas típicas de esporte da época, como macacões e roupas com corres berrantes. Ana Maria descreve e demonstra o exercício enquanto vai te motivando, chamando sempre a atenção para sua respiração.

Durante 13 anos aparecia antes de todos os programas a mensagem: “Os exercícios a seguir podem ser feitos por qualquer pessoa em qualquer idade”. Agora ela volta a aparecer nas manhãs da Tv aberta, Como uma das maiores medidas para se prevenir do corona vírus é o isolamento social, a emissora traz uma opção para que as pessoas não deixem de se exercitar e se cuidar. A prática do exercício físico é essencial para uma boa qualidade de vida e para uma boa saúde do corpo, tanto física quanto mental.

Se você tiver disponibilidade nesse horário, não perca a oportunidade! Chame sua família e façam juntos! Um exercício leve e curto para animar suas manhãs.
Então, lembrando: de 2ª a 6ª feira às 06:30 na Tv Cultura. Não perca!

Contemplando de onde estiver

Há alguns dias, ao tratarmos aqui do confinamento, mencionamos uma publicação britânica sobre as condições extremas enfrentadas por navegadores que, viajando nas regiões árticas, viam-se presos ao gelo e desenvolviam meios de ali sobreviver durante o inverno rigoroso. Oferecemos a seguir um trecho de tradução livre do diário de Fridtjof Nansen (Farthest North), um desses navegadores, cientistas e literatos, que nos brinda com um olhar bastante singular sobre uma tal dificuldade, há aproximadamente 120 anos.

“Terça-feira, 26 de setembro. Belo tempo! O Sol está muito mais baixo agora; estava pouco acima do horizonte ao meio-dia. O inverno está se aproximando rapidamente […]. Observações do dia infelizmente não mostram nenhuma deriva em particular para o Norte; ainda estamos em 78o 50’ de latitude Norte.  Vaguei sobre os blocos de gelo rumo ao crepúsculo.

“Nada mais maravilhosamente bonito pode existir do que a noite ártica. É a terra dos sonhos, pintada nas tonalidades mais delicadas da imaginação; as cores do éter. Uma sombra derrete na outra, de modo que você não pode dizer onde termina uma e outra começa, e ainda assim elas estão todas lá. Sem formas — é tudo música de cores tênues e oníricas, uma melodia longínqua e longamente extraída de cordas mudas. Nem toda a beleza da vida é elevada, delicada e pura como a desta noite? Dê a ela cores mais brilhantes e ainda assim não poderá ser mais bela.

“O céu é como uma enorme cúpula, azul no zênite, nuançando-se em verde, e depois em lilás e violeta nas bordas. Sobre os campos de gelo há frias sombras azuis-violeta, com matizes rosas mais claras onde um cume aqui e ali captura o último reflexo do dia que se esvaiu. Acima, no azul da cúpula, brilham as estrelas, falando de paz, como sempre fazem aquelas amigas imutáveis. Ao Sul está uma grande Lua avermelhada, rodeada por um anel amarelo e claras nuvens douradas, flutuando no fundo azul.

“Agora a aurora boreal agita no arco celeste o seu cintilante véu prateado — mudando para o amarelo, para o verde, então para o vermelho. Ele se expande, contrai-se novamente, em mudança inquieta; em seguida, ele se parte em ondas, faixas de prata brilhante dobradas sobre si mesmas, explodindo em raios cintilantes, e então o esplendor esvanece. Em seguida, lampeja oscilante em chamas por sobre o próprio zênite, para novamente disparar um raio brilhante direto do horizonte, até que o todo derreta ao luar, e é como se alguém ouvisse o suspiro de um espírito de partida.

“Aqui e ali restam algumas flâmulas ondulantes de luz, vagas qual um pressentimento — são a poeira do manto brilhante da aurora. Mas, então, está crescendo novamente; novos relâmpagos disparam e o jogo interminável começa de novo. E o tempo todo, essa quietude total, arrebatadora como a sinfonia da infinitude.

“Eu nunca fui capaz de me ater ao fato de que este espaço algum dia estará exaurido, desolado e vazio. Para qual termo, nesse caso, toda essa beleza, sem uma criatura para se regozijar nela? Agora começo a divinizá-la. Esta é a terra prometida — aqui estão a beleza e a morte. Mas para que propósito? Qual é o propósito de todas aquelas esferas? Leia a resposta, se puder, no estrelado firmamento azul.”

O Cinema Drive-in Está Liberado!

O cinema drive-in é uma criação do norte-americano Richard Hollingshead para agradar sua mãe, que sempre reclamava dos assentos nas salas não serem confortáveis para pessoas acima do peso.
Assim, em 1932, ele teve a ideia de fazer o público assistir aos filmes no conforto dos carros, valendo-se apenas de um telão para projeção e de um estacionamento. A invenção se tornou um sucesso absoluto nas décadas de 1940 e 1950.

Os cinemas drive-in bombaram aqui no Brasil nos anos 70. Recentemente, com a pandemia do novo coronavírus, a prática ressurgiu como uma opção para ver filmes e ainda respeitar as medidas de isolamento social.

É uma opção de cinema onde se assiste ao filme dentro do carro, com a banda sonora normalmente transmitida através de uma frequência de rádio FM ou o estabelecimento disponibiliza caixas de som.

Confira as iniciativas que estão pipocando aqui em São Paulo!

Cine CTN, Centro de Tradições Nordestinas | Rua Jacofer, nº 615 – Limão
Belas Artes Drive-In, Memorial da América Latina | Avenida  Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda
Drive-in Cine Stella,Arena Estaiada Drive-In  | Av. Ulysses Reis de Mattos, 230 – Real Parque

NADA IRÁ SUBSTITUIR A EXPERIÊNCIA NA SALA DE CINEMA!!!
É a minha opinião

Vacina: nosso desafio

A humanidade está passando por uma pandemia. A espécie humana já enfrentou várias epidemias. A todo tempo, os seres vivos são alvo de agentes patogênicos e, até hoje, o que impede muitos dos males que eles podem provocar é o nosso sistema imunológico. Só que nosso sistema imunológico sozinho, às vezes, não vence essa batalha, devido a características do próprio agente patogênico ou até mesmo devido a alguma fragilização do sistema imunológico.

O homem, como já falamos em posts anteriores, está constantemente buscando melhorar a sua qualidade de vida. Um dos caminhos nesse sentido é procurar medicamentos e vacinas.

A palavra vacina vem do latim vaccinae (da vaca). Talvez a história nos ajude a entender melhor essa tecnologia, lembrando-nos que foi o inglês Edward Jenner que, pela primeira vez, em 1796, conteve o avanço da varíola em humanos contaminando-os com uma forma de varíola bovina. Observou que as pessoas desenvolviam essa forma branda, curavam-se e tornavam-se imunes à forma mais grave da varíola, que, estima-se, vitimava mortalmente mais de 400 mil pessoas ao ano. Surgiu o termo ‘vacinar’, como uma técnica de produzir a imunização contra doenças.

É importante salientar a diferença entre vacinar e imunizar: vacinar é o ato de administrar a vacina; imunizar é o processo de desenvolver uma resposta imunológica adequada a um antígeno por meio da vacinação, dizem os especialistas.

As descobertas em torno das vacinas, possibilitadas pelo progresso nas áreas de biologia molecular e imunologia, ampliam cada vez mais a proteção à saúde humana.

O Brasil apresenta um retrospecto muito favorável nesse campo, é tido como referência mundial. A Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantan são os produtores de insumos imunobiológicos.

Assim, nestes momentos de COVID-19 a esperança de uma resposta imunológica para essa doença – entenda-se, que previna a doença – está toda centrada na descoberta de uma vacina. O Instituto Butantan acaba de firmar uma parceria com uma empresa chinesa chamada Sinovac Biothech. Esta vacina foi desenvolvida na China; já passou pela Fase 1 de testes clínicos, envolvendo 144 pessoas, e está agora na Fase 2, com 600 voluntários em processo de acompanhamento, segundo informações divulgadas pelo governo do Estado. Essas duas etapas iniciais servem, principalmente, para avaliar a segurança do produto. Se essa segurança for comprovada, a ideia é que a Fase 3 — envolvendo um número bem maior de pessoas, e mais voltada para eficácia — seja realizada no Brasil, com 9 mil voluntários.

Outra vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e incorporada pela indústria farmacêutica AstraZeneca, também será testada no Brasil, em parceria com o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); já em Fase 3, com 2 mil voluntários.

Segundo a OMS existem mais de 130 estudos científicos em andamento em todo o mundo, focados em diversos aspectos da doença: como surgiu, como se instala no ser humano, como é transmitida, como prevenir-se, possíveis tratamentos – inclusive os medicamentosos -, desenvolvimento de vacinas, dentre outros aspectos. Os especialistas atestam que a fase de produção e comercialização das vacinas que estão em fase de ensaios clínicos pode demorar ainda de 12 a 18 meses.

Até lá vamos a manter as recomendações de: distanciamento social, uso de máscara e lavar as mãos.

Benefício ético da clareza.

Em geral adotamos novas tecnologias porque elas resolvem problemas, prometem modos de passar melhor os dias e alcançar objetivos. Mas é imediata a percepção de que elas podem trazer em si novos riscos às pessoas. Nossa sociedade – que sempre fez uso de tecnologias e que nos últimos cinquenta anos acelerou e aprofundou essa tendência – aprendeu há muito a munir-se de mecanismos de controle dos riscos que elas podem trazer para nossas vidas e saúde.

Os leitores se lembrarão – ou já terão lido a respeito – de um trágico episódio mundial ocorrido nos anos 1960. Exatamente em maio de 1961 o Dr. McBride, que medicava na Austrália, relatou à comunidade médica quatro estranhas ocorrências de defeitos congênitos graves em crianças. Observou também que as mães haviam feito uso durante a gravidez de um ansiolítico, a talidomida, para conter vômito durante a gravidez. A tecnologia, o medicamento, foi retirado do mercado tão logo o produtor foi comunicado das ocorrências. Milhares de bebês nascidos de mães que haviam feito uso desse medicamento foram o sinal de que ele podia gerar tal efeito. A teratogenicidade do medicamento não havia sido testada antes que fosse aprovado para comercialização.

Apenas a agência norteamericana fazia exigência de estudos de segurança do medicamento – reações adversas e outros riscos à saúde – para comercialização no seu território. A providência passou a ser então adotada em um número cada vez maior de países. Atualmente é uma exigência para a aprovação de qualquer medicamento.

Além da segurança, como explicitado acima, os medicamentos devem demonstrar eficácia, que em termos grosseiros significa dizer que eles devem servir para tratar o agravo para o qual estão destinados.

Ambas as exigências precisam ser demonstradas, desde aquele episódio da talidomida, nos chamados ensaios clínicos. Estes são estudos de caráter epidemiológico, ou seja, aplicados à população, cujas metodologias devem permitir verificar se os riscos envolvidos são aceitáveis e se a eficácia é a desejável.

Dos medicamentos já usados há um longo tempo, geralmente se conhece a segurança. Por exemplo, sabe-se qual dose é aceitável (mínima e máxima). A perspicácia popular entende com muita clareza que qualquer substância pode ser nociva à saúde, se consumida em quantidades inapropriadas.

A eficácia de um medicamento novo, ou de um medicamento antigo com indicação para uma nova finalidade, exige mais tempo para ser verificada. Entre outras razões, é preciso demonstrar que a possibilidade do sucesso ao usar o medicamento, observado em uma certa quantidade de casos, não se deu por coincidência: por exemplo, a coincidência de que o sucesso observado naqueles pacientes a quem foi administrado o medicamento tenha sido decorrente de um outro fator – não o medicamento testado -, que todos os pacientes apresentavam, que era um fator de proteção, e que não foi observado e controlado nos casos tratados.

Nossa sociedade desenvolveu importantes ferramentas nos tempos recentes para controlar riscos e demonstrar eficácia das tecnologias, inclusive as medicamentosas. É algo que temos para nos orgulhar.

Sendo a vida humana o valor fundamental a ser desenvolvido e preservado, compreende-se de forma cristalina porque temos urgência de métodos capazes de acelerar a demonstração de segurança e eficácia. Também será necessário que todos nos envolvamos na discussão ética para contenção dos riscos provenientes do próprio ritmo acelerado em que nossa sociedade produz novas tecnologias.

Filmes Gratuitos em Streaming

O SESC – SP disponibiliza a série de Cinema #EmCasaComSesc na sua plataforma, Sesc Digital. São sessões com uma programação semanal, diversificada e gratuita.
Todas as 5ª feiras, quatro novos títulos (longas, documentários, infanto-juvenis e outros) serão disponibilizados online.
Os filmes continuam na plataforma por uma semana. Aproveite!

Acesso sem necessidade de cadastro a qualquer hora do dia.

Nesta 5ª 11/06 vcs terão acesso:
Ao clássico do cinema de 1967, A Hora do Lobo, do sueco Ingmar Bergman;
Coração de Cachorro, dirigido pela Laurie Anderson, que faz uma reflexão sobre a morte de seu companheiro o cantor e guitarrista Lou Reed.

Dois filmes nacionais para fechar o circuito semanal.
Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga no papel da jornalista aposentada, viúva e mãe de três adultos e para fechar o cardápio:
Jonas e o Circo sem Lona, documentário com ficção dirigido por Paula Gomes.

Lembrando: Os filmes da semana passada ainda estão disponíveis.

Clique aqui para acessar à plataforma digital do sesc.

Curtam! Bom filme a todos!

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