JÁ ESTÁ APOSENTADO? VAI SE APOSENTAR? VEJA A DICA, FAÇA O LINK…

A nossa vida é feita de escolhas, desde pequenos temos que fazer opções e quando ainda adolescentes temos que escolher uma profissão, essa tarefa se torna muito desafiadora. Porém, planejamos ou tentamos planejar da melhor forma possível o caminho a trilhar. Depois de muitas conquistas, progresso, tropeços, obstáculos chegamos à idade na qual, novamente temos que fazer escolhas, deixar de trabalhar ou continuar trabalhando, mudar de área, abrir um negócio, dedicar-se a um hobby, etc.

Sabemos que o processo de envelhecer traz ganhos, como a maturidade, mas também pode gerar dúvidas, crises, entre outros desafios e, por isso, exige de nós educar-se para viver bem os diferentes momentos desta fase. Um desses momentos é a vivência da aposentadoria, principalmente porque é heterogênea, individual, complexa.

O curso sobre: “Educação para o Pós-Carreira” desenvolvido pela Neuropsicóloga Leticia Mota e os colaboradores Dr. Alexandre Leopold Busse e Denise Araujo, vai te mostrar através de embasamento teórico, técnicas e exercícios como enfrentar esse período tão importante de nossa vida. São profissionais qualificados, que atuam na área da Gerontologia e no Processo de Educação para o Pós-Carreira há bastante tempo.

O curso visa preparar, orientar e educar as pessoas que estão trabalhando ou aposentadas para vivenciarem uma aposentadoria bem-sucedida, visando o envelhecimento ativo.

Nós do Com Tudo 50+ sempre preocupados pela saúde física e mental de nossos leitores recomendamos esse curso porque acreditamos que será de muita valia.

O curso terá o seguinte cronograma:

Datas: A serem definidas – 2º semestre de 2021 (às quintas-feiras).

Aulas: ON LINE – AO VIVO Horário: 18:30 às 20:30

Carga horária: 12 horas

Para maiores informações entre em contato no http://www.vigilantesdamemoria.com.br

VOCÊ SABIA…

Você sabia que nós adultos também precisamos ter nossa caderneta de vacinação em dia? Não é somente a vacina da gripe e agora a tão desejada vacina contra covid-19, há muitas outras vacinas que devemos tomar e que a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda. Mas atenção, sempre consulte um médico ou um agente de saúde quando for vacinar.

(fonte: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.ambep.org.br%2Fcaderneta-de-vacinacao-em-dia-saiba-quais-sao-as-vacinas-de-adulto%2F&psig=AOvVaw3qVuWk0yR8R37dRVUCr5K7&ust=1619692258791000&source=images&cd=vfe&ved=0CAIQjRxqFwoTCNjq35reoPACFQAAAAAdAAAAABAD)
Caderneta de Vacinação

As vacinas são imunizantes que ajudam nosso organismo a criar defesas contra vírus, bactérias, herpes, entre outros. Elas protegem as pessoas individual e coletivamente.

A diminuição de muitas doenças como varíola, sarampo e poliomielite, que já complicaram a vida de muitas pessoas, podem dar a falsa impressão de que elas não existem mais. Mas isso, é uma percepção errada, porque temos exemplos recentes que demonstram o contrário! Por exemplo o novo surto de sarampo, observado em 2019 e 2020, foi atribuído à baixa cobertura vacinal.

“Pessoas que escolhem não se vacinar ou não vacinar seus filhos aumentam os riscos tanto de pessoas que se vacinaram, mas que não desenvolveram a imunidade, quanto de outras que também não se vacinaram, de adoecerem”. (LEVI; LEVI; OSELKA, 2018).

Quais são as vacinas liberadas no Brasil?

Vacinas liberadas no Brasil: Tuberculose (BCG), Tríplice Viral (Sarampo, Rubéola e Caxumba); Tetraviral (os componentes da vacina tríplice viral mais a Varicela (catapora)); Pentavalente (Difteria, Tétano, Hepatite B, Coqueluche e doenças causadas por Haemophilus influenzae B), Febre Amarela, Gripe, Hepatite A, Hepatite B, Meningococo, Pneumococo, Poliomielite, Raiva, Papilomavirus humano (HPV) e Rotavirus.

Com o objetivo de colaborar com nossos leitores e sempre desejando o melhor para todos eles, vamos transcrever de forma simples e compreensível o calendário 2020/2021 proposto pela SBIm. Assim, na ordem vacinas; indicação e eficácia; recomendações, comentários e onde encontrar.

LEVI, G. C., LEVI, M.; OSELKA, G. Vacinar, Sim ou Não? Um Guia Fundamental. São Paulo: MG editores, 2018.

Infelizmente a pandemia não acabou. Continuem seguindo as orientações, lave sempre as mãos, use máscara quando sair de casa. Não deixe de se vacinar. Apenas juntos conseguiremos sair dessa.

Um abraço do time do Com Tudo 50+

A Gerontologia na Forbes!

Em fevereiro de 2021, uma das revistas mais renomadas no mundo que trata sobre negócios e economia, a Forbes, levantou em um de seus artigos as 12 carreiras mais promissoras de acordo com diversos especialistas.

O profissional Gerontólogo está incluído nessa lista. O envelhecimento populacional é um marco que estamos vivendo há anos. Sabemos que a pirâmide etária está se modificando, assim teremos mais pessoas idosas do que crianças no Brasil e no mundo. Para ler mais clique aqui.

As perguntas que não querem se calar são:

  • Estamos preparados para ser um país envelhecido ? 
  • Já possuímos políticas públicas efetivas que garantam um envelhecimento saudável, inclusivo e ativo?
  • Temos profissionais capacitados a atuar na gestão do envelhecimento e em todas as interfaces da velhice ?

Com a mudança nesse cenário é imprescindível um profissional que possa atuar nas demandas trazidas com o processo de envelhecimento. Vale ressaltar que os cuidados não devem ser realizados apenas na fase da velhice, mas sim em todas as fases da vida, garantindo uma velhice saudável e ativa. 

A Gerontologia é a ciência que estuda o processo de envelhecimento em seus aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Dessa forma a Graduação em Gerontologia forma profissionais capazes de atuar de maneira integrada no processo de envelhecimento e velhice, entendendo todas suas interfaces.

O gerontólogo pode atuar em:

  • Eventos de capacitação e formação em gerontologia;
  • Curso de cuidador de idosos;
  • Atividades comemorativas sobre o processo de envelhecimento e a velhice;
  • Centros de convivência para idosos;
  • Centros Dia;
  • Instituições de Longa Permanência para Idosos;
  • Programas educacionais e intergeracionais;
  • Em Serviços de Planos de Saúde e outros serviços privados voltados para o Público idoso;
  • Órgãos Públicos;
  • Empreendedorismo.

Para saber mais sobre as áreas de atuação dos gerontólogos e suas habilidades sugerimos que deem uma olhada nas páginas a seguir.

  • tassia.gerontologa
  • gerontologaviviani
  • velhiceintegrada
  • jessicagerontologa
  • velhicesminhas_
  • dicadagerontologa

Queremos lembrar a todos que infelizmente a pandemia não acabou. Continuem seguindo as orientações do SUS e da OMS e não deixe de se vacinar. Apenas juntos conseguiremos sair dessa. Lave sempre as mãos e use máscara quando sair de casa.

Um abraço do time do Com Tudo 50+

Afinal, qual a Raça do Brasileiro?

O Brasil possui mais de 212 milhões de habitantes. Antes da chegada dos portugueses, o território era habitado por diversos povos indígenas. De 1500 em diante, se iniciou um processo de miscigenação, que nem sempre foi livre de dor e opressão.

Quando falamos sobre racismo, estamos falando sobre raça. Mas afinal, o que é “raça”? E qual seria essa “Raça do Brasileiro”? Para podermos debater esse assunto é preciso primeiro saber a resposta para essas perguntas.

E é exatamente esse tema que o biólogo e divulgador científico Atila Iamarino aborda no vídeo que recomendamos hoje para você. Se você não o conhecia antes da pandemia da covid-19, você muito provavelmente o conhece hoje.
Esperamos que esse vídeo possa esclarecer várias de suas dúvidas e te motive a continuar pesquisando sobre esse assunto tão pertinente.

Sobre o autor: Atila Iamarino é biólogo e pesquisador doutor em microbiologia pela USP (Universidade de São Paulo), com pós-doutorado pela USP e pela Yale University (EUA).
Em seu canal do YouTube faz vídeos abordando assuntos científicos com uma linguagem acessível. Recomendamos muito.

“Meu nome é Atila Iamarino, sou biólogo, doutor em microbiologia e comunicador científico. Curioso profissional que não consegue ler sobre uma coisa só e ainda tem uma necessidade patológica de compartilhar com os outros o que lê e acha interessante” –
Iamarino falando sobre si mesmo em seu blog: Rainha Vermelha.


Queremos lembrar a todos que infelizmente a pandemia não acabou. Continuem seguindo as orientações do SUS e da OMS e não deixe de se vacinar. Apenas juntos conseguiremos sair dessa. Lave sempre as mãos e use máscara quando sair de casa. Um abraço do time do Com Tudo 50+

ORIGAMI, QUE TAL CONHECER E SE DIVERTIR?

ORIGAMI, é uma palavra japonesa composta do verbo DOBRAR = ORI e do substantivo PAPEL = KAMI. Ou seja, é literalmente “DOBRAR PAPEL”: transformando papel em arte.

A sua origem não é bem estabelecida, mas a ideia de que teria surgido na China junto com a invenção do papel é descartada, pois as evidências sugerem que lá a sua função foi para escrever.

No Japão, o papel foi introduzido pelos monges budistas coreanos, em torno do ano 610 d.C.. Os japoneses desenvolveram a sua própria tecnologia usando fibras vegetais extraídas de plantas nativas.
É a arte secular e tradicional japonesa, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores ou estampas diferentes, sem cortá-la ou colá-la.

A prática da dobradura era restrita às cerimônias religiosas e festivas. Como exemplo de origami cerimonial temos o casal de borboletas (ocho e mecho) que enfeitam a garrafa de saquê (vinho de arroz) nos casamentos.

Ocho e Mecho em recipientes semelhantes a bules (choshi)

Os mouros (que já conheciam a produção de papel) eram exímios dobradores de papel e influenciaram fortemente a cultura espanhola. Eles faziam apenas figuras geométricas, pois a religião muçulmana não permitia que os animais fossem representados. Essas dobraduras japonesas fascinaram o filósofo Miguel de Unamuno, reitor da Universidade de Salamanca, que as descobriu durante a inauguração da Torre Eiffel (1889). Ele passou a promover a “papiroflexia” palavra espanhola para a arte de dobrar papel. 

Até 1950-60, a técnica do origami era imutável e os modelos eram reproduzidos de uma geração para outra, anonimamente. Uchiyama Koko foi o primeiro a patentear as suas criações.  Nesta época houve uma grande explosão do origami, especialmente nos EUA. Lá, em 1958, Lilian Oppenheimer, uma grande entusiasta dessa arte fundou o The Origami Center New York e podemos dizer que nesse ponto surgiram duas vertentes: a da escola oriental, mais voltada para o exercício artístico, e a escola ocidental, praticada por matemáticos, arquitetos e engenheiros que usam o origami como uma ferramenta de trabalho acadêmico. 

No Brasil o origami foi introduzido pelos imigrantes japoneses e na américa espanhola pelos colonizadores espanhois.
Dados retirados da Universidade Estadual Paulista (UNESP).

O mais interessante do origami é que ele estimula o desenvolvimento da habilidade manual, a concentração e o desenvolvimento da inteligência!
Então, caros leitores, porque vocês também não tentam?

Depoimento pessoal: lá em casa quando criança, minha mãe ensinou a fazer dobraduras, eu achava que todo mundo sabia. Aprendi a fazer o barquinho, com ou sem vela, depois a calça, a camisa, o galo. Ficaram na minha memória, ali num cantinho, meio escondidas. Os anos se passaram tive meus filhos, na correria da vida, família, casa, trabalho, profissão e tantas outras justificativas não passei a eles essa arte. Eles aprenderam algumas coisas diferentes na escola. Eu retornei a esse contato numa oficina do Sesc. As memórias voltaram a aquela época da infância e principalmente para aprender a desacelerar!
Você precisa de atenção aos pequenos detalhes, a ter paciência, a ter persistência. Aprendi novas figuras que não são difíceis! O Tsuru, ave tradicional japonesa que traz sorte e felicidade se você ganha de alguém! Um Porta cartão, que ajuda muito na hora sair sem bolsa! E tantos outros…
E isso é só o começo! Libere seu lado artístico… pesquise, vá além….

Estou deixando aqui em baixo alguns tutoriais do YouTube pra vocês se aventurarem. Depois conta pra gente aqui nos comentários como foi entrar nesse mundo do Origami pra você.

Um beijo da Rosa e um abraço a distância.

A pandemia não acabou se puder fique em casa!!
Se chegou sua vez na fila da vacina, vacine-se!!
Mantenha as regras de distanciamento, use máscara, lave as mãos sempre que possível, use álcool gel, evite aglomerações!!!



Vacinas disponíveis: suas diferenças e semelhanças

Existem grandes diferenças entre as vacinas Coronavac, AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNtech, Moderna e Sputnik V. Elas se concentram principalmente em: preço, eficácia, funcionamento e temperatura de conservação.

As semelhanças são: todas elas criam imunidade, reduzem os sintomas em caso de infecção e precisam de duas doses.

Com relação às doses o intervalo de tempo muda em cada caso, sendo de 14 a 21 dias para a Coronavac, 3 meses para a AstraZeneca/Oxford e a Sputnik, 21 dias para a Pfizer e 28 dias para a Moderna.

Para explicar melhor o funcionamento das vacinas da AstraZeneca, Pfizer e Moderna vou apresentar um gráfico mostrando como elas foram pensadas e o que elas provocam no organismo quando inoculadas. (Gráfico extraído de ANSEDE, M. As diferenças abismais entre as vacinas de Oxford, Pfizer e Moderna, a Coronavac e a SputniK, El País, 24 de nov de 2020)

Primeiro passo:  um vírus é extraído de um paciente infectado, e sua informação genética (RNA) é sequenciada.

Dessa informação genética é identificada e recortada a informação genética correspondente às proteínas da espícula do vírus.

Conclusão: Algumas pessoas pensam que a imunidade adquirida naturalmente- a imunidade por ter contraído a doença- é maior e melhor que a das vacinas. No entanto, as infecções naturais como já sabemos no caso SARS-Cov-2 podem provocar complicações muito graves e até a morte. Assim, as vacinas reduzem os riscos de infecção e até podem preveni-los porque elas desenvolvem de maneira segura a imunidade.

                                               VACINE-SE

Se puder fique em casa. Use máscara, lave sempre as mãos e evite aglomerações.

Blue zones/Zonas azuis

Você já ouviu falar das blue zones? 

Dan Buettner foi o pesquisador americano que tornou famoso o termo Blue Zones e significa Zonas Azuis; determina os locais do mundo nos quais as pessoas são mais longevas, ou seja, a expectativa de vida das pessoas em tais regiões superam a média mundial. No entanto, não foi ele quem criou o termo, e sim pesquisadores que mapearam e publicaram em 2004 um artigo com dados demográficos da Sardenha, uma ilha localizada no mar mediterraneo, tratando do grande número de pessoas longevas (e pasmem, excepcionalmente de homens). No artigo, os pesquisadores destacaram a região com um círculo azul, daí surgindo o nome blue zones.

Artigo: Identification of a geographic area characterized by extreme longevity in the Sardinia island

Dan, enviado pela National Geographic Society, viajou até a Ilha para estudar o estilo de vida das pessoas após essa descoberta, e como pesquisador descobriu e listou mais quatro, consolidando portanto as blue zones:

  • Barbagia, Sardenha (Itália)
  • Loma Linda (Califórnia, Estados Unidos)
  • Icaria (Grécia)
  • Okinawa (Japão)
  • Nicoya (Costa Rica)

Mas afinal, o que faz essas regiões se destacarem como as mais longevas do MUNDO?

Segundo os estudos de Dan, apenas 10% da responsabilidade da expectativa de vida está nos genes, os outros 90% são consequências do nosso estilo de vida. Nestas regiões, foram encontrados fatores em comum nos quais eram praticados por todas elas, mesmo que cada uma possuísse as suas peculiaridades.  Tais fatores, são 9 hábitos de vida saudáveis que Dan denominou então de Power9.  

Power9 

– Sempre em movimento: atividades físicas e preferencialmente em ambiente natural.

– Propósito: saber por que você acorda todas as manhãs acrescentaria, segundo Buettner, sete anos a mais na expectativa de vida.

– Desacelerar: o estresse, como a medicina já sabe, leva à inflamação crônica, o que está associada com maior incidência de doenças no envelhecimento. O ideal é amenizar o estresse realizando atividades prazerosas.

– A regra dos 80%: comer até encher 80% do estômago. Os 20% restantes são a diferença entre ganhar ou perder peso.

– Priorizar vegetais: leguminosas, soja e lentilha devem ser a base da alimentação.

– Vinho: uma a duas taças de vinho tinto/dia.

– Pertencimento: dos 263 centenários entrevistados por Buettner, apenas cinco não professavam fé nem pertenciam a uma comunidade religiosa.

– Pessoas amadas em primeiro lugar.

– Companhias certas.

Fonte: https://www.bluezones.com/2016/11/power-9/ 

O mais interessante, é que podemos praticar tais hábitos em qualquer lugar do mundo, não ficando restritas apenas às blue zones. É notório que os fatores ambientais dos lugares influenciaram na qualidade de vida das pessoas, mas se é possível adquirir longevidade porque não investir em um estilo de vida saudável? Cada ano de vida a mais é uma conquista, e viver mais e com melhor qualidade é melhor ainda. Vamos praticar os power9? 

Inclusão Digital

Idosos aprendendo a mexer no celular em curso pré pandemia (2018)

Não podemos falar que a pandemia da Covid-19 é um “mal que veio pro bem”. Diante da catástrofe que vivemos, fazer tal afirmação é um desrespeito. Ainda sim, tal acontecimento chamou atenção para certos processos carentes de atenção adequada, como a inclusão digital de idosos.

Desde o surgimento do primeiro smartphone já aconteceu muita coisa. Modelos de celulares adaptados para facilitar o uso de idosos já se tornaram algo comum e necessário no mercado. Com a chegada da pandemia, porém, vimos como dominar o uso de inúmeras ferramentas tecnológicas se tornou essencial para o dia a dia.

O texto a seguir foi retirado do artigo¹Idosos e tecnologia: pandemia acelerou a inclusão digital“, escrito por Vinicius Silva em setembro de 2020. Ao nosso ver, tal texto sintetiza bem muitos pontos e por isso divulgamos-o. No final do artigo segue nosso comentário.
Fiquem antenados e, boa leitura
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O que está mudando na relação entre idosos e tecnologia

O Brasil continua enfrentando a pandemia. Ao longo do ano, as medidas de restrição foram perdendo sua rigidez e a pressão para retomada de várias atividades se torna cada dia mais forte.

Muitos profissionais precisaram voltar ao trabalho. Aqueles que podiam exercer sua função de casa, tiveram que se adaptar. Ainda sim, nem todos podem cumprir suas atividades de forma remota. Além da parcela de trabalhadores de serviços essenciais, como os profissionais da saúde, que desde o início estão na linha de frente de combate ao vírus. 

Mesmo tomando medidas de segurança como o uso de máscaras, é consenso científico que a conduta mais segura para que indivíduos expostos ao risco de contágio é o isolamento social para evitar a transmissão. 

Sendo assim, pessoas mais velhas por todo o país acabaram separados de seus familiares como forma de evitar o contágio. É aí que a relação entre idosos e tecnologia entra para tentar encurtar essa distância e amenizar tempos tão difíceis como esse.

Mais próximos, mais ativos, mais conectados

Por um lado, com as ferramentas de vídeochamada, por exemplo, o monitoramento e acompanhamento de familiares do grupo de risco isolados em suas residências ficou mais fácil. Por outro, descobrir novas gadgets e funções dentro de smartphones tem contribuído para facilitar a rotina que pode ser entediante, solitária e ao mesmo tempo emocionalmente desgastante.

Poder conviver com sua família ainda que pelo meio digital, encontrar novas ocupações por meio da rede, preservar uma vida ativa ainda que isolado em casa. Esses são alguns dos benefícios que aceleração do letramento digital na relação entre idosos e tecnologia foi capaz de trazer para uma parcela dos indivíduos nessa faixa etária. 

Além disso, o investimento nesse letramento digital entre pessoas acima dos 60 anos é também uma recomendação da própria Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Educação, órgãos referência no combate à crise atual.

Há incentivo por parte dessas instituições para que a terceira idade busque o domínio de aparelhos como o smartphone e as possibilidades que estão por trás do uso de aplicativos e funções dos aparelhos.
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Comentário do Com Tudo 50+

Ainda sim, há uma grande falta. Como foi dito, ainda é uma parcela privilegiada da população brasileira que tem acesso a internet no Brasil. Segundo uma pesquisa de 2019² (anterior à pandemia), Na faixa de 60 anos ou mais, o número de pessoas que já utilizou a internet é de 34%. Entre os idosos conectados, 91% acessaram a rede pelo celular, 25% pelo computador de mesa, 24% pelo notebook e 10% pelos tablets.

Como é seu caso? Se você está lendo isso, significa que tem acesso à internet. Será que você conhece alguém tendo dificuldades em se adaptar às novas tecnologias? Qual foi seu maior obstáculo nesse sentido nos últimos tempos?
Comenta aqui embaixo e vamos discutir esse tema juntos!!

Infelizmente, a pandemia não acabou. Se possível, fique em casa. Se precisar sair,
não esqueça de usar a máscara sobre nariz e boca e sempre higienizar a mão com álcool e gel e sabão.

[1] – Idosos e tecnologia: pandemia acelerou a inclusão digital
[2] – TIC Domicílios, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.Br)

LUGARES MAL-ASSOMBRADOS NO CENTRO DE SÃO PAULO

Conheça a historia desses lugares que ganharam essa fama porque foram palco de uma tragédia. Esses lugares, hoje patrimônios históricos e culturais…

1-Edifício Joelma (atual Edifício Praça da Bandeira), Av. Nove de Julho, 225
…no ano de 1974, apenas dois anos após a inauguração. Um incêndio atingiu as estruturas do prédio matando 191 pessoas e ferindo 300. Enquanto o local era tomado por fogo, muitas pessoas, na esperança de sobreviverem, pulavam de andares altíssimos, mas nenhuma delas conseguiu sair viva.
Para escapar do incêndio, 13 pessoas entraram em um elevador e morreram queimadas. Assim nasceu o “mistério das 13 almas” e alguns dizem que elas ainda vagam pelo local.
A fama de mal-assombrado só aumenta, já que o edifício foi construído no terreno de uma casa onde moravam um professor, sua mãe e duas irmãs. A lenda conta que, em 1948, ele teria matado todas elas, jogou os corpos em um poço fundo e em seguida se matou. No mínimo macabro, não? Hoje o local abriga escritórios e salas comerciais…

2- Edifício Andrau, na rua Pedro Américo, 32
…também sofreu um desastre. Em fevereiro de 1972, 16 pessoas morreram e 330 ficaram feridas no incêndio, que foi causado por uma falha no sistema elétrico do segundo pavimento. Em minutos as chamadas tomaram conta do prédio.
Essa foi a primeira transmissão de tragédia na TV e as imagens de pessoas se jogando das janelas chocaram o país. Entre 1978 e 1980 o prédio passou por uma reforma e hoje, infelizmente, não pode ser visitado porque as salas foram alugadas para fins comerciais.

3- Theatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, s/nº
…um teatro antigo já é o cenário ideal para passeios de fantasmas, certo? Mas a lenda vai além disso. Muitos funcionários dizem ter visto vultos, ouvem teclas de piano, sons de conversas e passos pelas escadas imensas do local e luzes piscando. Eles acreditam que as almas de músicos e maestros consagrados que se apresentaram no passado vagam por lá no período noturno.

4- Vale do Anhangabaú,
A história começa pelo nome “Anhangabaú”, que em tupi significa “água venenosa”. Diz a lenda, quando o rio ainda não era canalizado, os índios o consideravam maldito, pois vários morriam enquanto tomavam banho. Além disso, em 1930 foram registrados alguns casos de suicídio, porque muitas pessoas se jogavam do Viaduto do Chá para se matar. O local ficou conhecido como “suicidório municipal”

5- Edifício Martinelli, Rua São Bento, 405
A fama do edifício vai muito além da beleza arquitetônica de seus 30 andares. A lista de mistérios é extensa. Em 1947, um menino foi estrangulado e jogado no poço do elevador. Em 1960, uma menor foi estuprada e morta por cinco homens.
Entre os anos 1960 e 1970, o prédio entrou em decadência e foi ocupado por pessoas em situação de rua, famílias pobres e bandidos, que se aproveitavam dos moradores. Nos corredores também havia prostituição.
Algumas pessoas que circulam pelo prédio contam que ouvem armários e portas baterem a todo tempo. Nos anos 1930 uma mulher se matou e há quem diga que ela continua por lá assombrando pessoas no final do expediente, no período noturno.
O prédio abriga a SP Urbanismo e outros órgãos municipais e o terraço é aberto em visitas guiadas.

6- Faculdade de Direito, Largo São Francisco, 95
O prédio já foi um mosteiro e acredita-se que há restos mortais dos freis que foram enterrados lá. O corpo do professor Julius Frank está enterrado em um dos pátios internos da faculdade, onde os alunos fazem leituras de textos.
A faculdade já foi palco de grandes manifestações e alguns funcionários relatam ter ouvido estudantes, já falecidos, conversarem sobre política nos corredores. Além disso, um jovem morreu espetado dentro do prédio.
O acesso ao pátio, ao túmulo do professor, salas de reunião, salas de aula e museu é livre.

7- Castelinho da Rua Apa, Rua Apa, nº 236
O castelo, em estilo medieval, teve suas obras concluídas em 1912 e foi propriedade da família “dos Reis” até 1937, quando uma tragédia – até hoje sem explicação – se estabeleceu no local. Três pessoas foram encontradas mortas na casa e, segundo a perícia da polícia na época, podem ter sido assassinatos encomendados.
Mas a lenda conta que os dois irmãos, Armando e Álvaro, estavam discutindo quando um deles atirou no outro. Enquanto tentava apartar a briga, a mãe também foi atingida por um tiro e morreu. Vendo a cena horrível, o irmão, que atirou nos dois familiares, se matou. Sem herdeiros, o imóvel foi entregue ao governo federal e é administrado pelo Clube das Mães do Brasil. A associação fica ao lado do casarão e oferece atividades para mães.

8- Casa da Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353
Sebastiana de Melo Freire, nascida em 1887 e apelidada de Dona Yayá, era filha de uma família da capital paulista. Já na infância perdeu sua irmã, que morreu asfixiada aos três anos. Passados poucos meses, outra irmã morreu de tétano. Aos 13 anos, perdeu os pais. Em 1905, seu irmão cometeu suicídio se jogando de um navio.
Depois da morte de todos os familiares herdou a fortuna da família, mas nunca pode aproveitar. Foi considerada louca e a partir de 1920, morando nesta casa, com problemas mentais, ficou impedida de sair de lá por seu tutor, que administrava seus bens. As portas e janelas só abriam por fora, o que a tornou uma prisioneira dentro da própria casa. Dona Yayá foi vigiada por cuidadores até a morte, em 1961, aos 74 anos.

Como não tinha herdeiros, seus bens foram deixados para a USP e hoje a casa é administrada pelo Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo. Diz a lenda que quem visita os cômodos da casa pode ver Dona Yayá andando por lá….

9- Cemitério da Consolação, Rua da Consolação, 1660
Com mais de 76 mil metros quadrados, é o cemitério mais antigo em funcionamento de São Paulo. Fundado em 1858, o local abriga restos mortais de pessoas importantes, como Monteiro Lobato, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, Ramos de Azevedo, Marquesa de Santos, Líbero Badaró, a Dona Yayá.
Com o enriquecimento da capital, no fim do século 19, passou a expor obras de arte de escultores consagrados, que servem de ornamentos para os jazigos. O maior e mais luxuoso mausoléu fica quase nos fundos do cemitério, tem três andares, esculturas lindíssimas e pertence à família Matarazzo. Um fato curioso é que, durante o enterro de umas das mulheres da família Matarazzo, um coveiro enfartou e morreu. Dizem que ele continua andando por lá e trabalha todos os dias.
Funcionários contam que já viram almas de famosos rondando os imensos corredores, como a Marquesa de Santos, Monteiro Lobato e Tarsila do Amaral.

10- Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados, Praça da Liberdade, 238
Em 1821, o cabo Francisco José das Chagas foi enforcado no que era chamado de “Largo da Forca” (atual Praça da Liberdade) após pedir melhores salários aos soldados brasileiros. Ali nas proximidades ficava o Cemitério dos Aflitos, onde eram enterrados escravos, indigentes e criminosos depois de serem enforcados. Ele foi morto depois de várias tentativas, já que a corda rompeu mais de uma vez. O local foi desativado depois da inauguração do Cemitério da Consolação.
Em 1887, foi construída a capela onde ficava o Largo da Forca. Dizem que o local de enforcamento fica exatamente no altar da igreja. Há relatos de que Francisco José das Chagas, conhecido como Chaguinha, é visto sempre rondando os bancos da igreja.

Por Francine Costanti, Redator de marketing

 
A pandemia não acabou se puder fique em casa!!

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Nós do ComTudo50+ estamos preocupados com vocês!!

VINHO, QUEIJO E ALZHEIMER

Pesquisadores da Universidade estadual de Iowa (EUA), publicaram no Journal of Alzheimer’s Disease (KLINEDINST) um estudo observacional baseado nos dados obtidos do banco de dados, UK BiobanK. Esta organização com sede no Reino Unido contém informações genéticas e de saúde detalhadas de meio milhão de residentes britânicos. O método utilizado pelos pesquisadores analisou dados de 1787 participantes adultos entre 46 e 77 anos, por um período de 10 anos. A conclusão dos autores foi baseada em dados de inteligência fluida (FI), envolve a resolução abstrata de problemas sem conhecimento prévio. Maior declínio de FI relacionado à idade aumenta o risco de doença de Alzheimer (DA), e estudos recentes sugerem que certos regimes dietéticos podem influenciar as taxas de declínio. Foi feita uma correlação entre os dados de inteligência fluida e um Questionário de Frequência Alimentar com 49 alimentos e bebidas que eram consumidos pelos participantes. O Questionário de Frequência Alimentar perguntou aos participantes sobre a ingestão de frutas frescas, frutas secas, vegetais crus e saladas, vegetais cozidos, peixes oleosos, peixes magros, carnes processadas, aves, bovinos, ovinos, suínos, queijos, pães, cereais, chá e café, cerveja e cidra, vinho tinto, vinho branco, champanhe e licores.

Os autores descobriram que o queijo foi particularmente útil na proteção contra problemas cognitivos relacionados à idade; o consumo diário de álcool, especialmente vinho tinto, melhora a função cognitiva; comer cordeiro (mas não outra carne vermelha) semanalmente parece ser útil; o excesso de sal promove o declínio cognitivo ao longo do tempo.

Sem conhecer as razões, os pesquisadores citaram o cálcio, a vitamina B12, as bactérias amigáveis ao intestino e os lactopeptídeos do queijo como possíveis responsáveis. O consumo de vinho tinto diariamente, com seu resveratrol e polifenóis também ajuda e, curiosamente os voluntários com predisposição ao Alzheimer parecem se beneficiar mais. Eles também observaram que outras pesquisas descobriram que a ingestão regular de cerveja aumenta o risco de demência.

Sabe-se que os fatores genéticos são muito importantes, porém a doença de Alzheimer não tem um caráter nitidamente genético, com transmissão direta de geração a geração. A doença de Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro que acomete pessoas com mais idade. Assim, os alimentos que comemos podem ter uma ingerência real em nossas funções cerebrais.

Assim, como não existem remédios para combatê-la recomenda-se:

  1. Alimentação balanceada dando preferência aos alimentos naturais, queijos e vinho tinto, uma a duas taças diariamente.
  2. Atividade física, apropriada para a idade.
  3. Controle de diabetes, hipertensão, aterosclerose, acidente vascular cerebral. Evitar tabagismo.  
  4. Atividade intelectual: leitura, jogos, testes e exercícios mentais.
  5. Convivência interpessoal e familiar.

Ref.: Brandon S. Klinedinst, Scott T. Le, Brittany Larsen, Colleen Pappas, Nathan J. Hoth, Amy Pollpeter, Qian Wang, Yueying Wang, Shan Yu, Li Wang, Karin Allenspach, Jonathan P. Mochel, David A. Bennett, Auriel A. Willette. Genetic Factors of Alzheimer’s Disease Modulate How Diet is Associated with Long-Term Cognitive Trajectories: A UK Biobank Study, Journal of Alzheimer’s Disease, 2020; 78 (3): 1245 DOI: 10.3233 / JAD-201058

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